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A lenda das bolas pintadas

Empresário aposentado, Sérgio Volpi, fez parte do corpo diretivo do Clube Esportivo Guarani por muitos anos. Na passagem do clube pelo futebol profissional, na metade da década de 1970, foi um dos diretores de futebol. Também estava na diretoria no jogo de um dos maiores públicos da história do Guarani, em 1981, amistoso realizado contra o Cascavel (então Campeão Paranaense). Sérgio está de camisa xadrez, na foto. Volpi conversou conosco acerca de uma história famosa e divertida no clube: por muitos anos, com dificuldades para comprar bolas novas repetidamente, as bolas usadas eram pintadas com tinta automotiva.

O expediente era realizado na própria oficina de Sérgio Volpi. As bolas usadas eram suspensas e pintadas de branco com tinta automotiva. O aspecto ficava ótimo, dando cara de novo ao material, mas deixava o couro bastante duro, como sempre lembram, divertindo-se, dirigentes e atletas da época. O ex-atleta Tião cita que os times grandes visitantes pediam aos jogadores do Guarani para trocar as bolas, jogarem com o material trazido por eles. Mas era uma vantagem para o Bugre, e Tião e seus companheiros teimavam: “lá, nós jogamos com as bolas de vocês, aqui, vamos jogar com as nossas”, recorda, com saudade.

Seu Sérgio Volpi mantém viva na lembrança a mobilização para a construção do Estádio Padre Aurélio Canzi. Na época funcionário da Sicam, lembra que a empresa mobilizava todos os seus mais de cinquenta funcionários nos sábados à tarde para os trabalhos no campo, que era situado em um aclive, e faz questão de citar um nome que ajudou bastante na história do Guarani: Heitor Pires, conhecido como Tio Julião, uruguaio de nascimento e diretor da Sicam, que foi treinador e colaborador do clube por um bom tempo. Agradecemos a Sérgio Volpi por toda sua colaboração na história do Clube Esportivo Guarani. #GuaraniEmFrente

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